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Polícia Militar frente as demandas da Segurança Pública
Polícia Militar frente as demandas da Segurança Pública

Reuniu-se a Câmara Municipal de Congonhas para a 6ª Reunião Ordinária da Sessão Legislativa, dia 13 de março de 2018, as 9h15, que foi presidida pelo Vereador Adivar Geraldo Barbosa e secretariada pelo Vereador Eduardo Cordeiro Matosinhos. O presidente da Casa anunciou que haverá Audiência Pública sobre Uso e Ocupação do Solo, do Município de Congonhas, dia 18 de abril, às 19h, na Sede da Câmara. Foi convidado a falar o Major Sandro José Tavares, acompanhado do Sargento Júlio que prestou esclarecimentos sobre a segurança pública em Congonhas, requerido pelo Vereador Evandro Alves de Almeida (Pastor Evandro).

 

Major cumprimentou a todos e já no começo de seu discurso disse que veio com a missão específica do comando geral da PM, de transformar e reestruturar a segurança na cidade, desde janeiro. Declarou que retirar a nomenclatura de Companhia Independente para Companhia Operacional vinculada ao 31° Batalhão da PM foi emergencial já que não tinham aporte suficiente de pessoal, para a milícia. Admitiu que a transformação foi necessária e que sua especialidade é o serviço de rua, com facilidades para gerir grupos e que nunca foi oficial administrativo. Contou que ficou muito satisfeito por voltar para a cidade como Comandante da PM e que os congonhenses são muito acolhedores.

 

Confessou que poderia mostra números, mas acha que é no dia a dia que seu trabalho será percebido. Em sua avaliação Congonhas tem 54 mil habitantes, aproximadamente e 53 policiais estão previstos para inclusão na equipe e a proporção é de um policial para cada mil habitantes. O que em sua avaliação é muito ruim, precisando no mínimo dobrar este número. "Esta articulação faz as coisas acontecerem", afirmou. “O carnaval foi muito tranqüilo, muito bem organizado, me surpreendeu. Temos que elogiar isto porque é um diferencial".

 

Disse que farão também cadastramento em redes hoteleiras e que nas imobiliárias podem disponibilizar o aplicativo - Sinesp Cidadão( Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública) do Ministério da Justiça e Cidadania para consultas como: informações de veículos, mandado de prisão e pessoas desaparecidas. Sobre as drogas constatou que já é descriminalizada e acredita em projetos sociais e apoio das famílias. Afirmou que a pior droga é o álcool, pois é a porta de entrada que está em todos os lugares e acredita na continuidade do PROERD – Programa Educacional de Resistência as Drogas.

 

Expressou: “Todo trabalho novo é um desafio e tentar mostrar as pessoas que apesar de não ter mais a Companhia Independente no dia a dia, a comunidade vai ganhar muito, porque é uma inversão quando você privilegia uma companhia. Você estrutura muito bem o administrativo, mas se perde em alguns recursos, operacionais e o aporte efetivo, que desde 2010 é pequeno. Não tivemos como completar este quadro e com isso não conseguimos fazer com que a Companhia fosse plena”.

 

Proferiu - “Acho que as comunidades vinham perdendo e com esta mudança, ganhamos nos efetivos, aqui em Congonhas. Já está sendo alinhado com o prefeito Zelinho a demanda de aporte de recursos humanos (de mais policiais para a cidade), com reforço do tático móvel, com efetivos administrativos e com apoio do Tenente Coronel Fabiano Rocha dos Santos, de Conselheiro Lafaiete nós ganhamos muito ”.

 

Continuou - “Estamos prendendo muito mais e temos mais ações fortes junto à sociedade. No 31°Batalhão, da 13° região de polícia, que englobam 60 municípios, somos a companhia que mais apreende armas de fogo, mais de 38 este ano, enquanto que a segunda colocada está com 21 armas". Esta noite tivemos conhecimento de furtos de produtos da Vivo, com autores presos. Roubo no Jardim Profeta dias atrás foram todos encaminhados ao presídio. Tivemos homicídio na Vila São Vicente e o cidadão foi preso no mesmo dia, com preventiva decretada às 14h, às 16h ele já estava preso. Esta é a resposta que temos que dar a comunidade.Temos ações todos os dias”.

 

Vereador Evandro fez questionamentos como acréscimo de violência, após o carnaval e sobre a intervenção federal. Major respondeu que acontecem altos e baixos também no trabalho da PM. As dinâmicas da segurança, de homicídios variam de município para município. Congonhas fechou ano passado, com três homicídios, Conselheiro Lafaiete com nove. Barbacena de 150 mil habitantes fechou, ano passado, com dois homicídios - paraíso, risos. São João Del Rei com 89 mil habitantes fechou em 2005 com 78 homicídios- inferno. Congonhas chega à média histórica de 13 homicídios/ano, Lafaiete, na média de 12, mas tudo depende da formação da cidade e Congonhas tem uma população flutuante, pessoas que vem trabalhar nas empresas mineradoras, que influenciam nesta estatística. Em relação a intervenção no Rio disse que já está acontecendo a décadas e que a participação da PM em todo estado faz uma diferença grande em monitoramentos 24h em divisas.

 

Vereador Feliciano Duarte Monteiro disse que tentou entra em contato com seu amigo deputado, no momento da reunião, para que o mesmo pudesse contribuir na parceria para o acréscimo de número de motocicletas, sugerido pelo Major. Major disse que seria um paliativo - tátil móvel, de R$ 50 mil reais, para facilitar o trabalho da PM. “O Estado também não está tão presente quanto deveria, mas contribui com manutenção de viaturas, que fica mais de R$60 mil, os salários dos funcionários que são dignos e toda estrutura interna da instituição".

 

Concluiu que tem que investir mais em iluminação e falou da má qualidade das operadoras; o número 190, onde a ligação cai em Congonhas, quando pessoas de cidades vizinhas precisam chamar a polícia. Sobre poluição sonora disse ser uma contravenção penal - artigo 42, perturbação alheia, que faz o 190 chamar sem parar. Nestes casos disse que o cidadão só entende quando é multado e que para efetivar tal ação, devem acionar uma Patrulha do Silêncio, com aparelho que mede decibéis e com a lei municipal, corpo administrativo, mais a PM seria viável tão procedimento, pois ele não é credenciado pelo órgão de infração ambiental do Estado. Revelou que a sociedade ficará grata se a lei do silêncio realmente acontecer e são problemas que afetam diretamente o serviço da PM.

 

Major respondeu aos Vereadores que de 44 policiais passou - se para 52 e que a forma de gerir para cada comando é de um jeito, com escalas em diferentes dias, com dinâmica de trabalho, que funciona de acordo com a demanda. Disse que hoje a preocupação é mais prender o criminoso do que atender o cidadão de bem. Ao final pediu apoio aos parlamentares, pois toda parceria é bem vinda.

 

 

Fonte: Rita Cordeiro/ Assessoria de Imprensa/CMC

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