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Hospital filantrópico Bom Jesus é destaque em reunião
Hospital filantrópico Bom Jesus é destaque em reunião

Reuniu-se a Câmara Municipal de Congonhas para a 40ª Reunião Ordinária da Sessão Legislativa, do dia 24 de novembro de 2017, presidida pelo Vereador Adivar Geraldo Barbosa e secretariada pelo Vereador Eduardo Cordeiro Matosinhos. Ao pedido do Vereador Igor Jonas Souza Costa foram convidados, Dr. Rafael Geraldo Cordeiro - Secretário Municipal de Saúde, Sr. Tiago Lucas da Cunha Silva - Diretor do Instituto Laborare e o Sr. Luiz Fernando Catizane Soares – Secretário Municipal da Administração e Interventor do Hospital Bom Jesus,para prestarem esclarecimentos sobre a atual situação do hospital.

 

A Câmara recebeu convite da CSN Mineração para simulado de emergência da Barragem; convite do CRI - Centro de Referência do Idoso para comemoração de seu terceiro aniversário; Ofício 209/2017 da ECOTRES, para prestação de contas dos meses de abril a setembro de 2017 e Comunicado do Fundo Nacional de Educação informando a liberação de recursos financeiros.

 

Dr. Rafael Cordeiro disse de forma clara que estar à frente de uma Secretaria de Saúde e um hospital filantrópico, entidade privada, em outras palavras é um tremendo desafio. Disse que o hospital Bom Jesus é para o povo, é defensor do SUS e usuários. Lamentou dizer, que nem tudo é possível fazer e que dentro da média complexidade e da falta de recurso financeiros, dependente da esfera federal e o que é exigido diariamente dentro de um hospital assim, Congonhas não é diferente, quanto às várias dificuldades, porém também com a sensibilidade do prefeito atual, tem procurado desempenhar da melhor forma seu papel, para atender a população.

 

“Saúde não é feita pra dar lucro, muito pelo contrário, saúde às vezes tem gastos até maiores do que a gente prevê e nem sempre tem um orçamento redondo, adequado. Às vezes você interna com uma doença e as complicações se tornam muito mais caras. Isto nem sempre é previsível e isto leva a dificuldades financeiras. Na saúde não existe lucro e no filantrópico a gente tenta minimizar os danos de um paciente,” concluiu.

 

Respondendo ao Ver. Vagner Luiz de Souza sobre o fato de a Policlínica ter ficado sem luz a três dias, informação esta vinda de uma terceira pessoa, Dr. Rafael disse que aconteceu sim, mas que foi sanado o problema, com todo recurso, que o gerador que está sendo ligado, simultaneamente e que ninguém ficou prejudicado pela falta de luz. Dr. Rafael aproveitou o assunto e lamentou que alguns fazem críticas de uma situação específica, generalizado-as e dando dimensão maior do que realmente é e aproveita para contextualizar de forma negativa. Ressaltou que o hospital passou por grandes dificuldades financeiras, no passado e admite que vês resultados positivos e avanços, no momento.

 

Luiz Catizane - Interventor do Hospital Bom Jesus disse que fizeram estudo detalhado, junto à equipe do Instituto Laborare (empresa terceirizada) sobre a prestação de contas do Hospital Bom Jesus e afirmou que tudo tem sido devidamente esclarecido e caso haja dúvidas, os esclarecimentos serão divulgados, novamente, com toda transparente possível e está a disposição, junto com sua equipe para novas reuniões e debates.

 

Tiago Silva - Diretor da empresa Laborare - parceira do Hospital Bom Jesus apresentou em data-show o conteúdo sobre o hospital. Disse - “É um hospital privado e hoje na sua essência seu financiamento em 80% é público, por meio de um decreto, composto pelos interventores, que prestam serviços a prefeitura e ela (prefeitura) compra este serviço do hospital. O hospital não é da prefeitura, está sob intervenção municipal, mas ele não está municipalizado. Destaco Fabio Guerra - presidente regional de medicina e segundo ele, o Estado de MG só está atrás do RJ em relação ao caos na saúde pública. Diversos programas como o PRO- HOSP, que estavam em andamento para manutenção de suas atividades estão atrasados, um recurso importante para o hospital, mas que infelizmente não estão recebendo. Urgência e emergência também estão atrasadas. Toda essa dificuldade reflete no hospital."

 

Continua - "O recurso da prefeitura é que faz o hospital estar em andamento, porém se não continuar na perenidade dos repasses do recurso federal as contas não fecharão. Não há Constância entre receita e despesa, em alguns meses, da urgência e emergência do Estado, que gera déficit no fechamento do mês. A maior despesa é com gastos da equipe médica, quase que a metade do que é gasto com o hospital e o restante com notas de serviços, de pessoal e fornecedores. Boa parte dos hospitais tem dívidas acumuladas. Em 2016 eram 167 funcionários empregados, em 2017, 195. A contratação se faz de acordo com a necessidade e existe um processo seletivo que é direcionado ao RH, com admissões e demissões com avaliações de desempenho. Sobre a execução da obra das 10 UTIs e o Centro de imagens com Tomografia Computadorizada será feita de acordo com os trâmites legais para posteriores prestações de contas".

 

Fonte: Rita Cordeiro/Assessoria de Imprensa/CMC

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