Busca:
home
linha
institucional
História da Câmara
Legislaturas
Funcionários
Ordem do dia
linha
vereadores
Galeria de Presidentes
Mesa diretora
Comissões
Vereadores
Fale Conosco
linha
Servi�os
Moções
Diário Eletrônico
Tramitação de Projetos
TV Web
Licitações
Legislação Municipal
Prestação de Contas
Notícias
Agenda
Requerimento
Indicações
linha
congonhas
História
Arte Religiosa
Lazer
Mestre Aleijadinho
Barão de Paraopeba
Barão de Eschwege
Os Profetas
Passos da Paixão de Cristo
Barão de Congonhas
Arcebispo Dom Silvério
Cônego Luís Vieira
Zé Arigó
Festas
Hino
Símbolos Municipais
Arte Religiosa
linha
Home / Congonhas / Arte Religiosa
seta
Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos

Através de peregrinações entre vales e montes, de igreja em igreja foi sendo tecida a história do município, iniciada por aqueles homens impregnados de pó de minério e de fé. De igreja em igreja chega-se ao alto do morro Maranhão onde o português Feliciano Mendes, na segunda metade do século XVIII, fincou uma cruz tosca, e dedicando sua vida ao Senhor Bom Jesus do Matosinhos, deu início à construção do Santuário. Feliciano Mendes fizera uma promessa para recuperar a sua saúde perdida após muitos anos de trabalho na exploração de jazidas de ouro. Atendido, deu início às obras em 1757 e dois anos depois já estava pronto todo o corpo da Igreja. Uma vez mais religiosidade e trabalho se confundiam. A capela se erguia pelas mãos de Feliciano, que com um pequeno oratório do Senhor Bom Jesus do Matosinhos recolhia esmolas e donativos para a construção. As mesmas mãos que num gesto de humildade recolhia tais donativos, foram hábeis o bastante para traçar a grandiosa concepção do Santuário. Não existe nos registros nenhuma indicação com a relação ao risco e planta do Santuário, mas tudo leva a crer que Feliciano Mendes teria traçado o desenho, conhecedor que era das igrejas do Bom Jesus do Matosinhos, perto da cidade do Porto, em Portugal. E porque também o primeiro ermitão de Congonhas do Campo era "oficial de pedreiro", profissão mencionada em seu termo de entrada para a Ordem Terceira de São Francisco de Vila Rica, em 11 de janeiro de 1760. A morte o surpreendeu, em Antônio Pereira, a 23 de setembro de 1765, sem ter ainda terminado a sua igreja, que tinha até então três altares. Sobre o altar-mor, a imagem do Senhor crucificado vinha de Portugal, deixava paga a promessa.

 

As obras do Santuário foram crescendo com o tempo e com o precioso trabalho dos melhores artistas da época. O Santuário de hoje, em sua excepcional grandiosidade foi fruto da imaginação e sensibilidade de nomes importantes, como Manoel da Costa Athayde, Francisco Xavier Carneiro e Aleijadinho.

 

Toda a concepção do Aleijadinho e sua execução dos Passos e dos Profetas do adro, dão ao santuário uma majestade excepcional. A adequação das estátuas ao espaço arquitetônico que elas ocupam é perfeita. Em Congonhas, o gênio de Aleijadinho se libertou e foi aqui, que ele deixou as maiores obras-primas de toda sua arte barroca.

topo
voltar
linha
CÂMARA MUNICIPAL DE CONGONHAS
Rua Dr. Pacífico Homem Júnior, 82, Centro - Fone: (31) 3731-1840
Why Digital - 2009
Congonhas - Minas Gerais - Brasil
congonhas@camaracongonhas.mg.gov.br