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Igreja de São José
 Igreja de São José

A Igreja foi erguida em honra de São José, cujo projeto arquitetônico é modesto, possuindo interior pobre, pois não contou com os benefícios do Ciclo do Ouro que ocorreu em Congonhas durante grande parte do século XVIII. 

 

O escritor Gomes Machado em sua obra “Reconquista de Congonhas”, refere-se à “graça ingênua desse resumo popular da São Francisco de Assis, de Ouro Preto, que é a Igreja de São José, pendurada em sua ladeira.

 

Sua construção se inicia no final de 1817 e só é concluída no final do século XIX. 

 

Está localizada na ladeira Bom Jesus e não possui tombamento pelo Patrimônio Histórico Nacional.

 

Os artistas que trabalharam na igreja foram: Álvaro Meneses, Geraldo Xavier e Rubens Ribeiro.

 

Segundo o Monsenhor Júlio Engrácia, a igreja possui belo frontispício com portada de pedra, desenhos trabalhados, frontão formado por volutas e outros elementos decorativos e torres redondas.

 

Em seu interior se destacam colunas toscanas, pouco comuns nas igrejas mineiras por entre as quais se vê o altar-mor com as imagens de Cristo Crucificado e de São José.

 

A nave da igreja é de pequena dimensão, sem ornatos e pouco ventilada. O medalhão do arco central foi pintado em 1915 por Rubens Ribeiro. Bem trabalhada lâmpada do Santíssimo fica à esquerda do medalhão.

 

O forro tem pintura de Álvares Meneses, de 1880, tem a cena de São José ensinando o Menino Jesus a rezar. Cena iconográfica rara, feita em paralelo com o quadro mais comum – a Senhora Santana com Maria sua filha. Vê-se também um Anjo mostrando um ostensório com a hóstia consagrada.

 

São dois os altares colaterais, com imagens de Cristo e de Maria Imaculada. Formam, com a imagem de São José, do teto, a Sagrada Família de Nazaré.

 

A capela-mor tem no vão central do altar-mor, a imagem de São José, a quem a igreja é dedicada, ocupa posição principal, acima do crucifixo do Senhor Jesus. Sob a mesa deste altar, há uma imagem jacente do Senhor Morto. Os nichos laterais eram ocupados pelas imagens de Santo Antônio e Santa Efigênia, desaparecidas. Foram substituídas por anjos de madeira, restaurados por Geraldo Xavier.

 

Anexo à igreja de São José existia uma escola para a educação de jovens, que era dirigida pela Congregação das Irmãs Marcelinas.

 

A congregação, de origem italiana, chegou a Congonhas no ano de 1940 com o apoio do Arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira e se instalaram em duas casas da Cúria Marianense próximas à Igreja de São José onde existiu o único colégio interno feminino congonhense. Foram 8 alunas internas durante o primeiro ano de funcionamento. Existiu também o externato, este com numerosos alunos.

 

Em 1945 o arcebispo de Mariana Dom Helvécio lhes fez uma proposta para construírem no terreno um grande colégio mas não chegaram a um acordo e em janeiro de 1946, para a tristeza dos moradores e alunas congonhenses, as Irmãs Marcelinas deixaram Congonhas.

 

Na década de 1950 funcionou no local o ginásio Clóvis Salgado até o início dos anos 1960.

 

 

Referências:

 

Livro Arte e Paixão – Congonhas do Aleijadinho – Fábio França – 2015

 

Roberto Candreva – Irmãs Marcelinas – Relato do Programa “Túnel do Tempo” da Rádio Congonhas – 2014.

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