19/08
- Lucro da CSN tem alta de 4,8% e atinge
R$ 1,8 bilhão no semestre
Somente
entre abril e junho, lucro passou de
R$ 1 bilhão.
Segundo empresa, resultado reflete bom
momento da economia.
A
Companhia Siderúrgica Nacional
(CSN) divulgou lucro líquido
de R$ 1,798 bilhão no primeiro
semestre, com crescimento de 4,84% em
comparação com igual período
do ano passado, segundo resultados divulgados
nesta quinta-feira (14) depois do fechamento
do mercado financeiro.
No
segundo trimestre, o lucro líquido
cresceu 8,3%, para R$ 1,031 bilhão.
Entre abril e junho do ano passado,
o resultado da empresa havia sido positivo
em R$ 952 milhões.
Segundo
nota divulgada pela CSN, a companhia
contou teve efeitos positivos não
recorrentes no primeiro semestre de
2007: R$ 255 milhões pela participação
da companhia no leilão da siderúrgica
Corus e a reversão de uma provisão
de R$ 328 milhões de PIS/Cofins.
Sem
esses efeitos, o crescimento do lucro
do primeiro semestre de 2008 sobre 2007
seria de 59%, informa o comunicado da
companhia.
Tendências
Na
avaliação da empresa,
a economia brasileira apresentou resultado
favorável no segundo trimestre,
apesar da pressão inflacionária.
Entre os setores em expansão
que colaboram para um bom desempenho
da CSN está o automotivo, que
tem batido recordes de vendas no Brasil.
"Os
números apresentados no fechamento
do primeiro semestre de 2008 em relação
às vendas domésticas de
produtos siderúrgicos refletem
o bom momento da economia brasileira",
informa a empresa.
19/08
- Mercado
aponta dólar a R$ 1,639, queda
de 0,06% nos últimos negócios
O
dólar comercial foi cotado a
R$ 1,639 na venda, em leve baixa de
0,06%, nos últimos negócios
desta segunda-feira. Nas casas de câmbio
paulistas, o dólar turismo foi
negociado a R$ 1,750, estável
sobre a taxa anterior.
O
preço da moeda americana teve
um declínio bastante modesto,
após subir por quase nove dias
consecutivos. Logo pela manhã,
as taxas eram negociadas com um desconto
bem maior, quando as Bolsas de Valores
começaram a piorar, com uma nova
bateria de más notícias
do setor financeiro americano.
Profissionais
de mercado relataram que já se
tornou praticamente predominante no
mercado uma reversão das apostas
dos principais agentes financeiros,
que agora passam a contar com uma desvalorização
do real. A taxa de R$ 1,65 começa
a circular nas mesas de câmbio
como o próximo "alvo",
com projeções de R$ 1,70
para o final deste ano.
"O
mercado inteiro já trabalha com
o cenário de uma correção
do dólar", nota Marcos Trabold,
gerente de câmbio da corretora
B&T. Ele chama a atenção
para uma mudança de comportamento
dos principais participantes do mercado
de câmbio doméstico, como
agentes esperando o dólar subir
ainda mais para fechar contratos.
O
Ministério do Desenvolvimento
informou nesta segunda que a balança
comercial teve superávit de US$
1,666 bilhão, com média
diária US$ 333,2 milhões,
na terceira semana do mês. Trata-se
do melhor resultado deste ano. No acumulado
de 2008, o saldo comercial atinge US$
16,772 bilhões, com uma média
diária de US$ 106,8 milhões,
valor 33,6% menor que o registrado no
mesmo período de 2007.
Fonte:
Estaminas
18/08
- Festival de gastronomia movimenta
Tiradentes
Poucas
vezes se viu em Tiradentes um festival
de gastronomia tão vibrante quanto
o deste ano. A 11ª edição
está se revelando uma verdadeira
festa para os amantes da boa mesa, com
uma gama variada de eventos –
muitos deles gratuitos – sendo
realizados principalmente nos largos
das Forras e da Rodoviária. O
público movimenta a bela cidade
histórica mineira durante o dia
inteiro, lotando bares, restaurantes
e pontos turísticos, sem deixar
de conferir a programação
do festival, que começa pela
manhã, com cursos e degustações,
e termina no início da madrugada,
com os festins, jantares sofisticados
comandados por chefs de prestígio
internacional. Sem falar nos shows e
botequins oficiais, que garantem animação
madrugada afora.
Com
os festins já esgotados, a procura
por cursos ministrados pelos chefs convidados
especialmente para o festival é
constante. Afinal, quem não pode
ir aos jantares, que custam R$ 220 por
pessoa, ou não conseguiu comprar
ingressos a tempo (os da semana que
vem também já estão
esgotados), tem a chance de conferir
cara a cara o trabalho de grandes cozinheiros
internacionais por R$ 35. Esse é
o caso da cirurgiã-dentista Daniela
Regina de Azevedo, de 35 anos, e do
marido, o contador Guilherme Antonini,
de 37, que vieram de Belo Horizonte
na quinta-feira. Quando decidiram participar
do festim da chef Roberta Sudbrack,
já era tarde. Por isso, ainda
na sexta marcaram presença no
estande de venda de ingressos, no Largo
das Forras, para garantir lugar na aula
da chef, ontem à tarde.
“Há
cinco anos a gente vem sempre ao festival,
além de visitar a cidade fora
de temporada. Somos fregueses da mesma
pousada todo ano. A dona de lá
só nos liga para confirmar”,
conta ela. Por acaso, o marido participará
de um congresso em Gramado (RS) no fim
deste mês, coincidindo com o início
da última etapa do 1º Circuito
Brasileiro de Cultura e Gastronomia
por lá – Tiradentes, Paraty,
Arraial d’Ajuda e Trancoso são
as demais cidades que integram o circuito,
cada uma com seu próprio festival
de gastronomia. O casal, que volta hoje
para BH, já se prepara para curtir
a programação no Sul.
“Serão duas semanas de
comilança”, brinca Daniela.
O
feriado municipal que homenageia Nossa
Senhora da Boa Viagem, padroeira de
Belo Horizonte, na sexta-feira, contribuiu
para antecipar a chegada de turistas
a Tiradentes. Tanto que já na
tarde de sexta o Largo das Forras estava
lotado e o bar oficial não tinha
mesas vazias. O mesmo se verificou nos
bares e restaurantes próximos.
A funcionária pública
Izabela Andrade, de 29, e o pai, o médico
Oswaldo Martins, de 66, chegaram na
sexta com amigos e ainda conseguiram
aproveitar o fim de tarde no local.
“O ambiente aqui parece sempre
em festa”, diz ele. O clima de
descontração se prolongou
até pelo menos o meio da madrugada,
tanto no Largo das Forras, quanto no
da Rodoviária.
18/08
- Caixa Econômica
amplia financiamentos habitacionais
em 43% no ano
A Caixa Econômica Federal (CEF)
investiu até a última
quarta-feira R$ 12,191 bilhões
em financiamentos da casa própria
para 259.239 novos mutuários
do Sistema Financeiro Habitacional (SFH)
em todo o país, conforme revelou
o vice-presidente de Desenvolvimento
Urbano da Caixa, Jorge Hereda.
Segundo
ele, as operações de crédito
para a compra de imóveis residenciais
cresceram 43% neste ano, em relação
ao mesmo período de 2007. Isso
sinaliza, no seu entender, que a meta
da Caixa, de financiar R$ 20,4 bilhões
em novas moradias neste ano, “será
facilmente superada”, considerando-se
que o volume de operações
tem sido tradicionalmente superior no
segundo semestre.
Dos
financiamentos contratados até
agora R$ 6,777 bilhões foram
com recursos do Fundo de Garantia por
Tempo de Serviço (FGTS), utilizados
na compra de 157.863 moradias. O segundo
maior fornecedor de recursos para a
aquisição da casa própria,
de acordo com dados da Caixa, foi o
Sistema Brasileiro de Poupança
e Empréstimo (SBPE), que entrou
com R$ 5,018 bilhões na compra
de 90.736 novas unidades habitacionais.
A
Caixa também concedeu R$ 240,3
milhões de recursos próprios
no financiamento de 4.434 imóveis
através do consórcio imobiliário.
Agente financeiro que implementa as
políticas públicas de
governo, a Caixa intermediou mais R$
154,4 milhões de programas sociais
para famílias de baixa renda,
com juros subsidiados e facilidades
de pagamento em condições
mais vantajosas que nos financiamentos
com dinheiro do FGTS ou da poupança.
Foram
R$ 60 milhões do Fundo de Desenvolvimento
Social (FDS), do Ministério das
Cidades, na compra de 3.402 casas; R$
92 milhões do Fundo de Arrendamento
Residencial (FAR) no financiamento de
2.768 moradias; e R$ 2,4 milhões
do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)
na aquisição de 36 unidades
habitacionais.
Fonte:
Estaminas
14/08
- Ouro Preto
limita tráfego de ônibus
no centro histórico
Mudança
radical no trânsito do Centro
Histórico de Ouro Preto, a 95
quilômetros de Belo Horizonte.
Desde terça-feira, está
proibida a circulação
de ônibus na Praça Tiradentes
e adjacências, sendo permitido
apenas microônibus ou vans para
o transporte de passageiros. As empresas
que não cumprirem a determinação
da prefeitura estão sujeitas
a multa de R$ 272 a cada infração
e podem ter o contrato rescindido. Segundo
o coordenador da Secretaria de Governo,
advogado Marco Antônio Nicolato,
até a tarde dessa quarta-feira
foram registradas pelos fiscais do departamento
de trânsito (Ourotran) mais de
20 ocorrências referentes a descumprimento
do decreto municipal.
Em
11 de junho, a Justiça deu prazo
de 60 dias para que o município
fizesse as alterações
no Centro Histórico, sob pena
de multa diária de R$ 5 mil.
Uma semana antes, o promotor da comarca,
Ronaldo Crawford, havia entrado com
pedido de cumprimento de sentença,
pois, em 2001, houve a determinação
judicial proibindo o trânsito
pesado na área central. “Como
a prefeitura não conseguiu o
efeito suspensivo da decisão
no Tribunal de Justiça de Minas
Gerais (TJMG), está fazendo o
que deve para se livrar da multa. Vamos
aguardar a condução do
processo e esperamos que o recurso seja
julgado improcedente, para garantir
a preservação permanente
do patrimônio de Ouro Preto e
a segurança dos moradores”,
afirmou Crawford.
Pelo
decreto, só podem circular no
Centro Histórico os seguintes
tipos de veículos de transporte
coletivo: microônibus com capacidade
máxima de 40 passageiros, peso
bruto total de 8 toneladas, 8,26 metros
de comprimento, 2,35 metros de largura
e 2,85 metros de altura ou vans com
capacidade máxima de 16 passageiros.
Nicolato explicou que a orientação
é priorizar o transporte via
microônibus, uma vez que vans
provocariam uma série de problemas
na área central, inclusive superlotação,
por causa da sua menor capacidade.
A
solução mais indicada
para a questão do transporte
coletivo na cidade, disse o advogado,
está na licitação
do transporte público. Ele disse
que a prefeitura entrou com o recurso
no TJMG, por entender que o prazo de
60 dias não era razoável
para implantar um novo sistema de transporte.
Conforme nota oficial divulgada na tarde
de ontem pela prefeitura, “há
anos a administração pública
vem tentando fazer a concorrência,
embora todas as tentativas tenham sido
suspensas por determinação
judicial”. No município,
das sete empresas de transporte –
que trabalham com contratos precários
de permissão – duas têm
linhas passando no Centro Histórico.
O Estado de Minas tentou contato com
um representante dos grupos, mas não
obteve sucesso. Além da multa,
a empresa que não cumprir o decreto
pode ter a permissão precária
rescindida.
Caminhões
Desde
o início de junho, a Prefeitura
de Ouro Preto cumpre as determinações
do termo de ajustamento de conduta firmado
em abril entre o Ministério Público
Estadual, via Coordenadoria das Promotorias
de Defesa do Patrimônio Cultural
e Turístico de Minas Gerais,
e o Executivo. Na época, transporte
coletivo ficou de fora, já que
a municipalidade pretendia resolver
a questão mediante processo de
licitação. Pelo TAC, ficou
proibida a circulação
de veículos de passageiros, de
carga ou de uso misto que extrapolem
8 metros de comprimento; 3,5metros de
altura, 2,6 metros de largura e peso
bruto total superior a 7 toneladas –um
exemplo são os caminhões
de gás. Outro trecho do acordo
determinou o horário para serviços
de carga e descarga na região.
A decisão de proibir o trânsito
está em sintonia com a série
de medidas sugeridas, há cinco
anos, pela Unesco.
Fonte:
EStaminas
14/08
- Maior consumo
de álcool derruba preços
da gasolina
O crescimento de 52,9% do consumo de
álcool no primeiro semestre deste
ano foi decisivo para que o preço
médio da gasolina vendida nos
postos caísse 5,7% no período,
na comparação com igual
período em 2007. A conclusão
é do superintendente de abastecimento
da ANP (Agência Nacional do Petróleo,
Gás Natural e Biocombustíveis),
Édson Silva, que avaliou ainda
que a tendência para o restante
do ano é que essa condição
seja sustentada, à medida que
o consumo de álcool continua
subindo.
Os
dados fazem parte do balanço
do mercado de combustíveis no
primeiro semestre, feito nesta quarta-feira
pela agência. Ao todo, o mercado
registrou crescimento de 9,7% em relação
ao período de janeiro a junho
de 2007, totalizando 51 bilhões
de litros. O diesel continua liderando
a matriz veicular, com 51,2% de participação.
O
consumo do chamado álcool puro
(álcool hidratado) chegou a 6
bilhões de litros. O volume está
abaixo do consumo da gasolina vendida
nos postos, que tem 25% de álcool
anidro em sua composição
e que totalizou 12 bilhões de
litros. Se o álcool anidro for
somado ao hidratado, o consumo de álcool
iguala-se ao da gasolina (ambos em 9
bilhões de litros).
O
álcool hidratado teve aumento
de 52,9% no consumo, e a gasolina esteve
em caminho inverso, com queda de 1,6%,
na comparação com os seis
primeiros meses do ano passado. O maior
crescimento no consumo de álcool
é explicado pelo menor preço
em relação à gasolina
e pela vendas em ascensão dos
carros flex fuel. Além disso,
o litro do álcool teve redução
média de 12,1% no preço
do litro, cotado em R$ 1,50 médios,
nos postos.
Silva
ressaltou que o principal efeito disso
ocorreu no preço da gasolina,
que caiu para o consumidor, com média
de R$ 2,54 nos postos, ante R$ 2,69
no primeiro semestre de 2007.
"O
preços está tendo impacto
direto no consumo. O maior consumo de
álcool está segurando
o preço da gasolina, e creio
que essa situação poderá
se sustentar", afirmou Silva, que
prevê que a Petrobras terá
que exportar maiores volumes de gasolina,
que continua perdendo espaço
no mercado. Ele admitiu ainda que os
25% de álcool anidro teve pequeno
efeito na queda do preço da gasolina.
Por
outro lado, o GNV (gás natural
veicular), que vinha apresentando ao
longo dos últimos anos trajetória
ascendente no consumo, registrou queda
de 1,3% nas vendas. Silva atribuiu,
entre outros motivos, à elevação
de 9,5% no preço médio
do metro cúbico do combustível.
De janeiro de 2007 a junho deste ano,
o GNV acumula alta de 23%.
O
consumo de óleo diesel teve expansão
de 9,8%, de janeiro a junho. No mesmo
período, o litro desse combustível
caiu, em média, 1% nas bombas
dos postos, com preço médio
de R$ 1,96. Édson Silva disse
que esse crescimento ocorreu em função
da expansão da economia, e do
maior acionamento de usinas termelétricas
que operam com o combustível,
no período.
Fonte:
Estaminas
13/08
- Plenário aprova
regras para administradoras de cartão
de crédito
O
Plenário da Assembléia
Legislativa de Minas Gerais aprovou,
na noite desta terça-feira (12/8/08),
oito proposições. Entre
elas, em 2º turno, o Projeto de
Lei (PL) 1.233/07, do deputado Jayro
Lessa (DEM), que obriga as administradoras
de cartões de crédito
a incluírem informações,
de forma destacada, nas correspondências
promocionais e de cobrança enviadas
a seus clientes e em suas páginas
na internet. As informações
são as seguintes: razão
social da empresa administradora do
cartão, endereço completo
da sede ou filial em Minas, número
do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas
(CNPJ) e o telefone de atendimento ao
consumidor.
A
proposição foi aprovada
pelo Plenário sem novas alterações,
ou seja, na forma do vencido no 1º
turno. Ela segue agora para a Comissão
de Redação para receber
parecer de redação final
- a ser também votado pelo Plenário.
Somente depois disso será enviada
à sanção do governador.
O PL 1.233/07 determina ainda que o
descumprimento de suas disposições
poderá acarretar penalidades
previstas no Código de Defesa
do Consumidor.
Fonte:
almg
13/08
- Crise de alimentos
agravará pobreza de 26 milhões
na América Latina
Mais de 26 milhões de pessoas
podem cair na extrema pobreza na América
Latina caso não sejam tomadas
medidas para atenuar os altos preços
dos alimentos. O alerta foi feito hoje
pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
A extrema pobreza é definida
como a sobrevivência com menos
de US$ 1 por dia.
Segundo
um estudo da entidade, que analisou
o impacto da crise em 19 países,
as famílias de baixa renda podem
chegar à extrema pobreza caso
os altos preços de produtos agrícolas
como o trigo, o arroz e a soja permaneçam
altos, e os países não
consigam aumentar sua produção.
O BID também advertiu os países
da América Latina e do Caribe
que devem fortalecer seus programas
sociais para aliviar o impacto destes
altos preços entre os 71 milhões
de pobres que há na região.
Caso
não façam isto a situação
pode piorar em países como o
Chile, onde a pobreza poderia aumentar
do 12,3% do total da população
para 17,2%, ou o México, onde
poderia aumentar de 20,6% para 27,5%.
Segundo
o BID, as famílias pobres gastam
a maior parte de sua renda em alimentos
e não têm recursos suficientes
para enfrentarem o custo crescente dos
artigos de primeira necessidade.
Por
isto adverte que se outras opções
não estiverem disponíveis
o aumento dos preços pode obrigar
as famílias a reduzirem a ingestão
de alimentos.
"Os
avanços recentes em nutrição
e educação podem se tornar
um perigo se os preços dos alimentos
permanecerem altos", declarou Suzanne
Duryea, diretora do estudo.
O
preço mundial dos alimentos na
região aumentou em média
68% entre janeiro de 2006 e março
deste ano. O aumento foi especialmente
agudo em alguns produtos básicos
como o milho e o trigo, cujos preços
duplicaram, informa o BID.
Para
enfrentar a crise, os governos estão
tomando medidas que incluem o controle
de preços, subsídios,
restrições às exportações
e distribuição de alimentos.
Entretanto,
segundo Duryea, essas políticas
foram pouco efetivas em outras oportunidades,
pois beneficiam as famílias que
não necessitam delas e limitam
os incentivos para aumentar o fornecimento
de alimentos.
A
melhor política, segundo o BID,
seria aumentar a transferência
de dinheiro aos pobres para permitir
que as famílias ajustem sua dieta
aos preços relativos e não
limitar a renda daqueles que fornecem
alimentos aos mais necessitados.
Além
disso, "a longo prazo estas transferências
oferecem os incentivos corretos aos
produtores de alimentos para aumentarem
sua produção", declarou.
Segundo
os cálculos da instituição,
para cumprir este objetivo, o país
que maior esforço teria que fazer
seria Haiti, que necessitaria transferir
para os pobres 12% de seu PIB (Produto
Interno Bruto) para que possam manter
os mesmos níveis de consumo anteriores
à crise. O Peru necessitaria
transferir 4,4% de seu PIB e a Nicarágua
3,7%. O restante dos países teria
que destinar um valor próximo
de 2% do PIB.
Fonte:
Estaminas
12/08
- Petrobras tem lucro
recorde de R$ 8,8 bi no 2º trimestre
A Petrobras apresentou lucro líquido
de R$ 8,783 bilhões no segundo
trimestre de 2008, o maior da história
da empresa. A cifra representa uma alta
de 29% em relação ao mesmo
período de 2007 e ultrapassa
o resultado de R$ 8,141 bilhões
obtido no quarto trimestre de 2005,
recorde da companhia até então.
No primeiro semestre deste ano, a estatal
obteve lucro líquido de R$ 15,708
bilhões, 44% superior ao apurado
no mesmo intervalo de 2007.
A
geração de caixa medida
pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos,
depreciação e amortizações,
na sigla em inglês) da Petrobras
no segundo trimestre de 2008 atingiu
R$ 18,131 bilhões o equivalente
a uma alta de 27% ante igual período
de 2007. A margem Ebitda, uma medida
de rentabilidade, se manteve estável
na mesma base de comparação.
No semestre, o Ebitda somou R$ 32,0
bilhões, um aumento de 26%.
Já
a receita líquida da Petrobras
atingiu R$ 54,569 bilhões no
trimestre, com um avanço de 30,56%
ante o mesmo trimestre de 2007. Nos
seis primeiros meses do ano, a estatal
obteve receita de R$ 101,461 bilhões,
um incremento de 25,74%.
Fonte:
Estaminas
11/08
- Lafaiete sobe no ranking das cidades
de Minas
Lafaiete
subiu no ranking das melhores cidades
de Minas e da região. Pesquisa da Firjan
(Federação das Indústrias do Estado
Rio de Janeiro), mostra que o município
teve uma grande evolução nos índices
de desenvolvimento municipal, que leva
em conta 3 variáveis como emprego/renda,
educação e saúde. Em 2000, a cidade
ocupava o 73º lugar em Minas e em
2005 apareceu em 34º, um avanço
de 17%, um dos maiores da região.
O maior avanço foi registrado em Congonhas
com uma evolução de 25% que saltou do
167º para 29ª cidade em Minas e a frente
de Lafaiete.
Já
Ouro Branco caiu posições, mas é a mais
evoluída da região. Em 2000, a cidade
estava em 3º lugar e em 2005 foi para
o 18º, registrando uma queda de 3,4%.
Cidades
No Alto Paraopeba foi registrado um
avanço considerável pela pesquisa
da Firjan. Catas Altas da Noruega
e Itaverava subiram no ranking. Já Lamim,
Capela Nova, Rio Espera e Queluzito
caíram na pesquisa. Desterro de Entre
Rios caiu da posição de 52 para 635,
uma queda de mais de 18%, a maior entre
as cidades da região.
Pesquisa
Os novos prefeitos eleitos vão começar
o seu mandato, em 2009, tendo às mãos
indicadores de qualidade de vida da
população dos municípios que assumem.
Ainda como candidatos, todos já podem
contar com uma ferramenta de gestão
pública que lhes permite planejar com
mais eficácia a administração municipal.
É um trabalho de fôlego, desenvolvido
pelo corpo técnico do Sistema Firjan
(Federação das Indústrias do Rio de
Janeiro), com consulta a especialistas
externos.
Foram
mapeados indicadores para todos os 5.564
municípios brasileiros, que retratam
as três principais áreas desenvolvimento
humano: emprego e renda, educação e
saúde.
As fontes de dados do IFDM são oficiais
e sua metodologia permite a comparação
quantitativa serial e temporal dos municípios
analisados, possibilitando inclusive
a agregação por estados.O IFDM varia
numa escala de 0 (pior) a 1 (melhor)
para classificar o desenvolvimento humano
do país, dos estados e dos municípios.
Os critérios de análise estabelecem
quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4),
regular (0,4001 a 0,6), moderado (de
0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento
municipal.
Minas Gerais
A maioria dos 853 municípios mineiros
teve melhoria real das condições de
vida, ou seja, 86,2% deles estão em
situação melhor que a encontrada em
2000. Mas 117 tiveram queda no índice
entre 2000 e 2005, e a maioria deles
ficou na classificação regular.
Fonte:
Fato Real - Jornal Correio da Cidade
11/08
- Minas convoca população
para eliminar a rubéola
Eliminar a rubéola nas Américas
até 2010 é a meta da Organização
Pan-Americana da Saúde (Opas)
que os responsáveis pela saúde
em Minas Gerais tentam acompanhar. Ontem,
foi iniciada a vacinação
no estado. Até o dia 12 de setembro,
todos os mineiros de 12 e 39 anos precisam
tomar a vacina nos postos de saúde
e pontos autorizados. Belo Horizonte
teve um surto de rubéola em 2006,
quando 256 casos foram confirmados.
No ano passado, foram 12 ocorrências,
duas do tipo síndrome da rubéola
congênita, quando o bebê
nasce com má formação.
O perigo maior da rubéola é
que muitas vezes não aparecem
sintomas nos pais, mas a doença
é repassada à criança,
podendo causar surdez, cegueira ou problemas
cardíacos. Até às
17h, foram vacinados em BH 53 mil pessoas
e em todo o estado, 1,5 milhão
de pessoas, com cobertura de 16,11%
da população-alvo.
A
novidade nesta etapa de vacinação
é a extensão da imunização
aos homens. “Eles são os
grandes transmissores e levam à
mulher a ter o vírus e passá-lo
ao filho”, explica o secretário
municipal de Saúde, Helvécio
Magalhães. O gesseiro Nilson
Resende de Oliveira, de 30 anos, se
assustou com as informações
sobre a doença e foi ontem à
Subsecretaria de Vigilância em
Saúde para se vacinar. “Não
lembro se já tomei esta vacina
e nem sabia que deveria tomar, mas sou
cuidadoso com essas coisas e ainda não
tenho filho, mas posso ter um.”
A
representante da Opas, Ana Morice explica
que Minas e outros quatro estados precisarão
imunizar a população a
partir de 12 anos, mas no restante a
idade é 20 a 39 anos. “É
porque há necessidade de elevar
a proteção em determinadas
faixas etárias, dependendo dos
casos confirmados em cada região”.
Mesmo quem já tomou a vacina
nos anos anteriores deve repetir a dose
para considerar-se protegido. Segundo
Ana, depois de iniciadas as campanhas
de vacinação em adultos,
na década de 1990, o número
de crianças nas Américas
com a síndrome de rubéola
caiu de 20 mil por ano (média
de 1998) para menos de 100/ano hoje.
Campanha
da poliomielite
Ontem
também foi realizada a segunda
etapa de vacinação em
massa contra a poliomielite, popularmente
conhecida como paralisia infantil. Ela
é destinada a crianças
com menos de 5 anos. Apesar de o estado
ter média alta de adesão
à vacina, 94,9% na última
campanha, Belo Horizonte tem problemas
para convencer os pais a vacinar as
crianças. Na primeira etapa,
em junho, só apareceram 84% das
crianças que deveriam ser imunizadas.
Na etapa anterior, foram 70%. A baixa
procura levou as secretarias municipais
e estadual a criar atrativos. Balinhas,
apresentação de malabaristas,
brincadeiras e fotos com a conhecida
figura do Zé Gotinha estão
entre as estratégias. Foram vacinados
em BH, até as 17h, 24 mil crianças
e, em Minas, o número chegou
a 576 mil, com cobertura de 38%.
Neste
ano, locais pouco convencionais foram
transformados em pontos de vacinação,
como estações do metrô,
rodoviária e parque municipal.
Só em Belo Horizonte, a campanha
deve atingir 166 mil crianças.
“A capital é nossa grande
preocupação, mas não
descuidamos do interior. Os municípios
são convocados a ajudarem e montar
estruturas alegres”, explica a
coordenadora de imunização
estadual, Tânia Arruda Brant.
O
Brasil é considerado país
livre da poliomielite desde 1994, mas
deve continuar a vacinação.
Vanessa dos Santos Matheus sabe disto
e levou o filho Bernardo Augusto, de
4 anos, para vacinar ontem. “Ele
toma todas as que uma criança
com esta idade deve tomar. Não
dá para entender uma mãe
que não leva o filho para vacinar.”
Outra mãe, Maria Flávia
Bracarense concorda. “É
para garantir a saúde dos filhos
e a gente tem obrigação
de trazer porque eles não conseguem
vir sozinhos e nem sabem ainda o quanto
essa gotinha é importante”,
disse acompanhada pelos gêmeos
Igor e Wladmir, de 3 anos.
Fonte:
Estaminas
11/08
- Produtos
nobres para aços do Alto Paraopeba
O governador Aécio Neves (PSDB)
não faz, em número de
vezes, a mesma ponte-aérea transcontinental
que o presidente Luiz Inácio
Lula da Silva (PT), na busca de recursos
externos. Mas mantém boa dianteira
em relação a todos os
colegas governadores. As missões
do governador, claro, além do
aspecto administrativo (técnico),
têm a visibilidade pessoal (política)
para 2010.
Mesmo que os adversários não
admitam, é verdade que o governador
tem participação pessoal
em alguns dos bons “protocolos
de intenções” e
investimentos que de fato chegam. A
conta líquida, porém,
fica bem abaixo do somatório
dos valores lidos nas cerimônias
no Palácio Liberdade. Em 15 de
março de 2007, ao anunciar a
criação do Grupo Estratégico
de Fomento (GEF), que seria coordenado
pelo atual presidente do Conselho da
Usiminas, Wilson Nélio Brumer
- que deixava, no dia seguinte, a Secretária
de Estado de Desenvolvimento Econômico
-, Aécio Neves cobriu Minas com
muitos bilhões: “(...)
Ele criou uma sinergia absolutamente
fundamental para que Minas possa estar
comemorando hoje a atração
de investimentos que ultrapassam R$
100 bilhões (...)”.
Minas ficou bem na fita do “Show
dos bilhões”, apresentado
na edição especial de
“Veja”, mês passado.
Das idas e vindas do governador, o Estado
selou mais um pólo de siderurgia,
no entorno de Congonhas, no Alto Paraopeba,
onde é forte na extração
de minério de ferro. “Mas
há um esforço para ir
além”, confidenciou um
técnico graduado da área
de estratégia de projetos do
Governo de Minas. E deixou escapar mais:
“Há um forte esforço
por um condomínio (regional)
de autopeças”.
Entre as novas siderúrgicas para
o anel de Congonhas, a Companhia Siderúrgica
Nacional (CSN) chega com uma usina para
3 milhões t/ano, que poderá
ser tocada pela controlada Nacional
Siderurgia S/A (99,99% da CSN). Na vizinha
Jeceaba, a franco-alemã Vallourec
& Mannesmann e a japonesa Sumitomo
Metals terão a Vallourec &
Sumitomo Tubos do Brasil (VSB), para
1 milhão t/ano de tubos sem costura.
Na outra divisa de Congonhas, em Ouro
Branco, a Gerdau Açominas acaba
de anunciar investimentos para chegar
nas 5 milhões t/ano de placas
e perfis (e também não
planos). A Gerdau, porém, tem
pressa para chegar logo nas 8 milhões
t/ano - o site daquela planta foi dimensionado
(em 1976) para 10 milhões t/ano.
“É a pressão, do
mercado, por produtos”, comentou
a mesma fonte do Governo.
Além
de autopeças
De posse de uma lista de potenciais
investidores, o Governo de Minas já
desenha o anúncio da segunda
fase de sua campanha desenvolvimentista,
o ½Avança Minas”.
O Alto Paraopeba dentro, como opção
para um novo corredor metalúrgico
de acabados como autopeças e
material ferroviário. A inclusão
das autopeças, porém,
exigiria um carro-chefe: a atração
de uma montadora automotiva. É
uma operação que conflita
com a possibilidade de nova rodada de
entendimentos com a Mercedes Benz, de
Juiz de Fora, cuja planta, inaugurada
em 1998, é ainda elefante branco
em termos de retorno, se comparado com
o complexo da Fiat Automóveis.
Ferrovias
O potencial do Alto Paraopeba, para
ser um site econômico mais nobre,
é sustentado por uma logística
diferenciada: cortado pela BR-040 (ligação
Belo Horizonte-Rio) e próximo
à ligação com a
BR-116 (para São Paulo e Vitória)
e três ferrovias (EFVM e FCA,
da Cia. Vale do Rio Doce; e, MRS, da
Vale e CSN), ligando os portos de Vitória,
Rio, sul-fluminenses e de Santos.
Gás
Outro diferencial é o gasoduto
que abastece as Zonas da Mata e Central
de Minas com o gás natural extraído
na Bacia de Santos. Em São Brás
do Suaçui, por sinal, está
a estação de bombeamento
e a bifurcação da rede
que segue rota para o Vale do Aço.
Aeroporto
A região de Congonhas fica, porém,
devendo uma conexão aérea.
A solução seria a ampliação
do Aeroporto das Bandeirinhas, de Conselheiro
Lafaiete, de apenas 900 metros de pista.
Máquinas
Na década de 1970, o município
teve uma unidade da francesa Poclain
(Poclain do Brasil), de máquinas
rodoviárias de terraplenagem
e pavimentação. No segmento
de material de carga, a cidade teve
uma divisão de vagões
de cargas da antiga Santa Matilde (que
fabricava automóvel esportivo,
em Três Rios (RJ), o Puma ST).
otimismo
Na pasta do governador, uma agenda técnica
bem-sucedida no exterior funciona como
grua para a sua pauta política
no país. Quem está próximo
do entra-e-sai de alfândegas de
Aécio Neves acredita que a bagagem
de retorno da próxima viagem
poderá exibir até a etiqueta
de uma nova fábrica automotiva.
½Não necessariamente para
o pólo de Congonhas. Mas, por
que não, lá”, disse.
Negativa
O Governo de Minas, através da
Secretaria de Desenvolvimento Econômico,
até sexta-feira, negava qualquer
ação para avançar
com o pólo minero-siderúrgico
no Alto Paraopeba, ou seja, além
da extração de minério
e laminados de aço.
Codepa
Os municípios de Congonhas, Ouro
Branco, Entre Rios, Jeceaba, Belo Vale
e Conselheiro Lafaiete são ligados
pelo Consórcio Alto Paraopeba
(Codepa), onde avaliam políticas
regionais. O atual presidente do Codepa
é o prefeito de Congonhas, Anderson
Cabido. O secretário de Planejamento
de Conselheiro Lafaiete, Eucarístico
Ozório, disse que a questão
do pólo ½não chegou
a deslanchar (no Codepa), porque o Governo
de Minas é mais influente (decisivo)
e discute, às vezes, diretamente
com os interessados (empresários)”.
Fonte:
Hoje em Dia - Nairo Alméri
08/08
- Projeto
quer trazer crianças de volta
para famílias em Minas
Crianças e adolescentes de 45
abrigos de Belo Horizonte, Contagem,
Santa Luzia, Nova Lima, Sabará,
Ribeirão das Neves (região
metropolitana da capital), de Montes
Claros (Norte de Minas) e de Teófilo
Otoni (Vale do Mucuri) terão
a oportunidade de retornar ao convívio
familiar. Isso graças ao projeto
“De Volta Para a Casa”,
lançado, nesta quinta-feira (7),
pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria
de Estado de Desenvolvimento Social
(Sedese).
A
prioridade do “De Volta para Casa”
é trabalhar junto às famílias
de crianças abrigadas e desenvolver
ações para que elas retornem
ao lar e tenham condições
de viver em um ambiente saudável
e familiar. As ações em
abrigos e casas lares serão realizadas
por equipes formadas por psicólogos,
assistentes sociais e técnicos
locais. O projeto vai monitorar, de
forma individual, cada situação
e o processo judicial, quando for o
caso. A equipe irá realizar visitas
domiciliares, estudos de casos e outras
ações em conjunto com
as equipes dos abrigos. Em todos os
casos, o acompanhamento psicológico
estará presente.
O
projeto, que tem a parceira da Petrobras
e da Associação Casa Novella,
terá duração de
um ano e atenderá 340 famílias,
beneficiando cerca de 400 crianças.
O investimento inicial é de R$
250 mil. O secretário-adjunto
de Estado de Desenvolvimento Social,
Juliano Fisicaro, revelou durante entrevista
coletiva, que o projeto deve ser ampliado
em 2009, quando a Sedese terá
os dados da pesquisa de abrigos realizada
pela Fundação João
Pinheiro (FJP), e que vai mostrar a
situação de todos os abrigos
de Minas Gerais. A pesquisa já
está em andamento e o trabalho
de campo deve começar na próxima
semana.
“Por
se tratar de um projeto piloto, vamos
verificar as ações que
de fato terão sucesso e as possíveis
correções. Com base nisso,
o “De Volta Para Casa” deve
ser ampliado em 2009, a partir do momento
em que já estaremos com a proposta
orçamentária e o diagnóstico
dos abrigos. Assim, vamos poder planejar
melhor nossas ações para
a ampliação do programa,
já que saberemos o número
real de abrigos e a situação
das crianças abrigadas”,
disse.
Casa
Novella
A
Associação Casa Novella
ficará responsável pela
execução do projeto. Sediada
em Belo Horizonte, a instituição
desenvolve ações destacadas
no acompanhamento de famílias
de risco, tendo alcançado resultados
significativos de reinserção
familiar – 86% de suas crianças
abrigadas voltam para casa.
O
coordenador da Casa Novella, Edson Bahia
Cabral, explicou que o trabalho de reinserção
familiar não termina quando a
criança volta para a casa. Após
o retorno, o acompanhamento familiar
continua por, no mínimo, seis
meses. “A proposta é criar
um relacionamento entre a família
e os profissionais, a fim de verificar
as dificuldades que essas famílias
apresentam, para que, a partir daí,
possamos buscar respostas para o problema
e o fortalecimento da rede familiar”.
A
RMBH foi escolhida como área
de atuação por ser a região
com maior concentração
de abrigos e casas lares. As outras
duas áreas, Montes Claros (Norte
de Minas) e Teófilo Otoni (Vale
do Mucuri), por estarem em regiões
de concentração de pobreza.
O